Escolher a fonte certa
PerguntaO arquivo que tínhamos dava para virar um mapa de simulador?
Decisão e porquêNão. A planta de arquitetura era 2D: todo Z igual a zero e as cotas só como texto solto. Sem altura por vértice não existe perfil da rua nem inclinação lateral. Trocamos pelo DWG original do levantamento, convertido para DXF, e lemos tudo por biblioteca (ezdxf), porque o importador gráfico travava no arquivo de 172 MB. A convenção de nomes das layers virou a chave do pipeline.
Resultado19 das 202 layers carregam o mapa inteiro. O gráfico mostra o porquê: a maior parte das entidades é edificação e altimetria, e não existe nenhuma layer de faixa de pedestre, semáforo ou placa de PARE. O levantamento é topográfico, não viário.
Fonte: saida9/analise/layers.csv
Ficha técnica da análise
- Objetivo
- Escolher a fonte de dados capaz de gerar um mapa de simulador.
- Por quê
- Um mapa sem altura por ponto não tem perfil nem inclinação; começar pela fonte errada invalidaria todo o resto do projeto.
- Variável alvo
- Layers com pontos 3D úteis ao pipeline.
- Variáveis preditoras / explicativas
- Grupo temático da layer, número de entidades, pontos com Z.
- Método
- Inventário programático do DXF (ezdxf) e classificação por convenção de nomes.
- Métrica
- Layers usadas ÷ total; entidades por grupo.
- Validação
- Planta 2D descartada por ter Z = 0 em todas as entidades.
- Objetivo atingido?
- Sim: 19 de 202 layers carregam o mapa inteiro.
- entidades
- em layers usadas